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A Guerra na Síria começou em 2011, dentro do contexto da Primavera Árabe quando houve uma série de protestos contra o governo de Bashar al-Assad (1965).
A guerra afetou em cheio a população civil estimada em mais de 24 milhões de pessoas nos primeiros cinco anos e ainda não terminou.
Motivo
A Guerra na Síria foi deflagrada quando um grupo de cidadãos se indignou com as denúncias de corrupção reveladas pelo WikiLeaks.
Em março de 2011 são realizados protestos ao sul de Derra em favor da democracia. A população revoltou-se contra a prisão de adolescentes que escreveram palavras revolucionárias nas paredes de uma escola.
Como resposta ao protesto, o governo ordenou às forças de segurança que abrissem fogo contra os manifestantes causando várias mortes. A população revoltou-se contra a repressão e exigiu a renúncia do presidente Bashar al-Assad.
A região do Oriente Médio e Norte da África era sacudida por uma onda de protestos contra o governo que ficaram conhecidas como Prima Vera Àrabe
Em alguns casos, como o da Líbia, o dirigente máximo do país foi afastado. Entretanto, o presidente sírio respondeu com violência e usou o Exército para se reprimir os manifestantes.
Por sua vez, a oposição começa a se armar e lutar contra as forças de segurança. Brigadas formadas por rebeldes começam a controlar cidades, o campo e as vilas, apoiados por países ocidentais como Estados Unidos, França, Canadá, etc.
Os dois lados do conflito começam a impor o bloqueio de alimentos aos civis. Também é interrompido ou limitado o acesso à água. Por diversas vezes, as forças humanitárias são impedidas de entrar na zona de conflito.
Além disso, o Estado Islamicoaproveita a fragilidade do país e se lança a conquistar cidades importantes em território sírio.
Sobreviventes relatam que são impostos duros castigos para quem não aceita suas regras. Entre eles estão espancamentos, estupros coletivos, execuções públicas e mutilações.
Forças Beligerantes
É preciso entender que quatro forças distintas atuam no conflito:
República Árabe Síria – liderados pelo presidente Bashar al-Assad, as Forças Armadas sírias tentam manter o presidente no poder e enfrentam três inimigos distintos. Tem o suporte do Iraque, Irã, Hezbollah libanês e Rússia.
Exército Síria Livre – está formado por vários grupos que se rebelaram contra Al-Assad após o começo do conflito em 2011. Recebem apoio da Turquia, Arábia Saudita e Quatar.
Partido da União Democrática – formado pelos curdos este grupo armado reivindica a autonomia do povo curdo dentro da Síria. Desta maneira, curdos iraquianos e turcos se envolveram nesta luta. Tanto o Exército Síria Livre quanto os curdos recebem o apoio de Estados Unidos, União Europeia, Austrália, Canadá, etc. No entanto, o presidente Barack Obama e seu sucessor, Trump, se recusam a intervir militarmente na região.
Estado Islâmico – seu principal objetivo é declarar um califado na região. Apesar de terem capturados cidades importantes foram derrotados pelas potências ocidentais.
Intenso tiroteio na Rocinha fecha estrada Lagoa-Barra, no Rio
Um intenso tiroteio na favela da Rocinha, Zona Sul do Rio, interditou a estrada Lagoa-Barra, sentido São Conrado, por cerca de 30 minutos. na manhã desta terça-feira (1°). Policiais do Batalhão de Choque estão na comunidade realizando uma operação. Desde às 9h moradores da comunidade relatam confrontos na região, nas redes sociais. Alguns afirmam estarem sem luz.
A Polícia Militar informou que, por conta dos confrontos, a via foi fechada "a fim de preservar a segurança dos motoristas". O Centro de Operações do Rio orienta, como alternativa, motoristas seguirem pela Avenida Niemeyer.
Rio - Entre os 168 presos pela Polícia Civil em megaoperação contra milicianos neste sábado, havia três soldados do Exército, um da Aeronáutica e um bombeiro militar. O chefe de Polícia, Rivaldo Barbosa, ressaltou que houve resistência dos criminosos e confronto com fuzis. O bando participava de uma festa em Santa Cruz, na Zona Oeste. Apontado como o líder do grupo, Wellington da Silva Braga, o Ecko, conseguiu fugir quando os agentes chegaram. Quatro homens que faziam a sua segurança morreram. Além dos presos, 7 menores foram apreendidos. A milícia atua na Zona Oeste e na Baixada Fluminense.
A polícia afirmou ainda que essa milícia, a maior do estado, ficou enfraquecida após a operação. "Não vamos diminuir a nossa força e vamos atuar, incessantemente, contra os milicianos. Não vamos recuar", disse Barbosa.
O grupo estava adotando práticas criminosas típicas do tráfico. Segundo a polícia, eles faziam ameaças e executavam moradores que não aceitassem regras impostas pela quadrilha. Os milicianos permitiam, ainda, a presença de traficantes em suas regiões, abrindo espaço para venda de drogas e roubo de cargas. Como contrapartida, o tráfico pagava um percentual do que faturava.
A ação contou com 40 homens da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), 27ª DP (Vicente de Carvalho) e 35ª DP (Campo Grande). Foram apreendidos 12 fuzis, 15 pistolas e quatro revólveres, além de um simulacro de fuzil. Os agentes apreenderam também uma granada, e 10 carros roubados foram recuperados.
O delegado assistente da DHBF, Fábio Salvadoretti, chamou atenção para o modo de atuação violento da quadrilha. "É um grupo de sanguinários que exterminam pessoas de bem, e suas ações em nada diferem das práticas do tráfico. Se a pessoa não paga uma taxa que acredita não ser devida, eles a executam".
Ecko é irmão de Carlos Alexandre Braga, o Carlinhos Três Pontes, morto em 2017, em uma operação da Polícia Civil.
"O grupo exercia ainda influência em cidades da Baixada, como Itaguaí e Seropédica, e se expandia para a Costa Verde. Essa operação vai impactar nos índices de letalidade nas regiões em que a quadrilha atuava", disse o delegado titular da DHBF, Daniel Rosa.
No evento de pagode que acontecia no Sítio Três Irmãos, alugado para a festa, os milicianos eram os protagonistas e tinham direito até a pulseiras vips. Os agentes chegaram ao local às 4h15m e foram, prontamente, 'recebidos' a tiros. "A ordem deles era atirar na polícia para proteger o chefe. E foi o que aconteceu", contou Salvadoretti. Nos fundos da casa, policiais encontraram uma escada, possivelmente usada na fuga do líder da quadrilha.
O MPE (Ministério Público Estadual) instaurou inquérito civil para apurar eventual irregularidade na paralisação das obras realizadas em um edifício localizado na Rua Fátima do Sul, no Bairro São Jorge, em Campo Grande. No local, existe um prédio inacabado há mais de 20 anos, que atualmente é ocupado por seis famílias, que invadiram o imóvel.
Conforme a cabeleireira Luiza Peralta, 48 anos, que tem um salão de beleza em frente ao edifício, desde quando ela se mudou para o bairro, há 10 anos, o lugar está abandonado. Ela conta que antes das famílias invadirem o espaço, ele era tomado por usuários de drogas.
“Antigamente era cheio de drogados aí dentro. Eles passavam a noite no prédio. Nessa época os comerciantes do bairro tinham medo de roubos e assaltos por aqui. Agora depois que as famílias entraram, nós sentimos mais tranquilidade”, explicou Luiza.
A manicure Gislaine Moreira Andrade, 29 anos, é uma das pessoas que invadiu o local. Ela conta que quando chegou no local teve que colocar janelas nos cômodos, encanamento, fossa séptica e portão para evitar que os usuários voltassem a utilizar o local.
Gislaine disse que invadiu o imóvel, mas fez reformas no local e limpou todo o terreno. (Foto: Marcos Ermínio)
“Nós entramos e demos uma geral por aqui. Limpamos, tiramos mato e toda a sujeira que existia por aqui. Já faz sete anos que moro aqui com minhas três crianças e nunca ninguém reclamou. A população sabe que nós somos de bem e viemos apenas para ajudar”, comentou.
Irmã de Gislaine, a manicure Sheila Moreira Andrade, 30 anos, também mora no local. Ela conta que quando chegou não havia nenhuma estrutura para morar no prédio.
“Os usuários de drogas levaram as janelas e tudo o que tinha aqui dentro. Nós que demos um jeitinho para morar. Já apareceu gente dizendo que é proprietário do prédio, até mesmo nos ameaçando, mas não acreditamos. Nós sabemos que o prédio foi construído pela empresa Degraus, que até já faliu”, informou.
Amigo das irmãs, o mestre de obras Messias Silva dos Santos, 44 anos, que testemunhou a invasão, ele já procurou a prefeitura para legalizar a situação do imóvel, mas teve a informação de que a obra pertence à empresa Degraus, que embargou a obra por ter contraído dívidas, após financiamentos bancários. “Desse jeito fica difícil de comprar ou alugar o prédio”, finalizou.
O escritório da Construtora Degrau foi lacrado pela Justiça no dia 06 de Agosto de 2004, por que a falência da empresa tinha sido constatada. O fato aconteceu, após uma cliente entrar com uma ação por não ter recebido o apartamento que comprou e nem as parcelas já pagas.
O desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, manteve o entendimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, e não autorizou que a Assembleia Legislativa vote a manutenção da prisão do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD).
O recurso foi protocolado pela Assembleia Legislativa no dia 17 de outubro. Bello remeteu os autos no dia seguinte para apreciação da 3ª Turma do Tribunal.
“Foi feito um agravo e encaminhado para que o Tribunal justifique essa situação de por que não podemos evocar o artigo 55 da Constituição Federal que nos dá a prerrogativa de votar a liberação do deputado Gilmar Fabris. O processo está em sigilo e só sabemos que foi mantida a decisão do ministro Fux”, explicou o presidente da Comissão de Ética da Assembleia, Leonardo Albuquerque (PSD).
Fabris foi preso por determinação de Fux, no dia 15 de setembro, pela acusação de obstrução à Justiça, atendendo pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), que o acusou de tentar esconder provas no dia da deflagração da Operação Malebolge.
Conforme a PGR, o deputado teria saído de casa com uma maleta com documentos, minutos antes da chegada dos policiais federais.
Fabris está preso no Centro de Custódia da Capital (CCC).
Além de determinar a prisão do parlamentar, Fux proibiu que a Assembleia votasse a respeito da prisão, contrariando a prerrogativa dos deputados para tal, prevista nas Constituições Federal e Estadual.
Os parlamentares devem aguardar a decisão da 3ª Turma do TRF, composta pelos desembargadores Ney Bello, Mônica Sifuentes e Mário César Ribeiro, que se reúnem às terças-feiras, semanalmente, e às quartas-feiras, quinzenalmente, conforme o portal do Tribunal.
Após buscas pelo o 22º GBMRJ-VR no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda, o corpo de um homem voltou a ser visto por populares na altura do bairro Barreira Cravo, em Volta Redonda, cidade no Sul do Estado do Rio de Janeiro.
As buscas começaram nesta sexta-feira, dia 4, após populares terem visto na altura da passagem da CSN no bairro Retiro. Uma equipe do Corpo de Bombeiros esteve no local mas não conseguiu localizar o cadáver. Logo em seguida, uma informação de que o corpo estava na altura do bairro Barreira Cravo, a equipe seguiu pra lá, mas não conseguiu localiza-lo.
No fim da manhã deste sábado (5), populares voltaram avistar o corpo boiando no rio. Até o momento da publicação desta nota não conseguimos informações sobre a retirada e nem a presença da polícia no local.
Mais informações vamos passar com o desenrolar do caso.
Atualização
Foi identificado o corpo encontrado no final da manhã deste sábado no Rio Paraíba do Sul, em Volta Redonda, altura do bairro Barreira Cravo, é do metalúrgico Marcelo de Souza Ribeiro, de 38 anos. Ele morava no bairro Siderlândia e estava desaparecido desde a última quarta-feira.
Os familiares já fizeram o reconhecimento do corpo. Ele portava documentos pessoais e celular. O corpo não apresenta sinais visíveis de violência. A causa da morte será apontada pelo exame de necropsia.
O Corpo de Bombeiros removeu o cadáver para o Instituto Médico Legal (IML), em Três Poços, em Volta Redonda.
Rio - A juíza da Auditoria da Justiça Militar, Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, decidiu nesta segunda-feira que 32 acusados de receber propina do tráfico, que chegaria a R$ 1 milhão por mês, além de venda de armas para 41 comunidades de São Gonçalo, vão poder cumprir a prisão em casa. Pesou o fato de os policiais militares já terem sido interrogados em juízo.
A medida contou com a concordância do Ministério Público. Porém, os militares, que atuavam nos Grupos de Ações Táticas (GAT's); Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO's); Serviço Reservado (P-2) e patrulhamento do 7º BPM (São Gonçalo), não estão autorizados a sair de suas residências por tempo integral, sem a anuência da magistrada. Entre os beneficiados estão o sargento Hugo Scarpa de Oliveira, André Luiz de Oliveira Sodré, conhecido como 'Sargento Sobrancelhudo', e o cabo Marco Antônio das Chagas Capulot.
O grupo foi preso na Operação Calabar, deflagrada em junho. Na ocasião, grande aparato policial, envolvendo 800 agentes e 110 delegados, foi mobilizado para prender 96 PMs e 70 traficantes.
A audácia dos investigados era tanta que durante as investigações da Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo, a unidade, localizada no Centro de Niterói, foi invadida por um bando. A ação foi registrada no RO 95100213/2017-02. Os bandidos invadiram o setor de buscas eletrônicas da unidade no dia 21 de março. Levaram celulares que serviriam de provas para o inquérito e seriam encaminhados para perícia no Instituto de Criminalística Carlos Éboli.
O ex-presidente Lula já está preso há um mês, após seu folclórico showmício diante da sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo. O PT prometia, ameaçava, esperneava e reameaçava Oma convulsão social de proporções saturnais caso Lula fosse preso. Algo próximo de uma revolução bolchevique tupiniquim. Nada se provou mais falho.
Neste ínterim, o Brasil simplesmente seguiu a vida, ignorando completamente a prisão de uma autoridade populista e egóica, líder de um partido considerado sinônimo de corrupção e mentiras (além de uma histeria anacrônica e francamente brega). É uma ética e uma estética que deixaria antigos fãs de Collor e Maluf muito mais bem apessoados do que qualquer universitário cheio de “causas sociais”.
No dia de sua prisão, ignorando a lei e esbravejando a perdigotos (e um cheiro de cachaça reconhecido por Gleisi Hoffmann, a “Amante” da lista da Odebrecht), Lula mal conseguiu fechar mais do que dois quarteirões ao redor do Sindicato dos Metalúrgicos. A maior parte das pessoas estava achando estranho como os ônibus e metrôs estavam vazios, até serem informados por motoristas que a situação em São Bernardo afetou até a capital. E então é que o povo lembrava que Lula ainda não havia se entregado.
Sua igualmente clichezenta e cafonérrima foto sendo carregado nos ombros de um sindicalista negro escondeu uma verdade incômoda para petistas: ao redor do ex-presidente mais corrupto, mas mais populista do país, não estava o povo, e sim jornalistas profissionais com câmeras gigantescas e caríssimas para tirar foto de um momento criado de maneira completamente artificial.
Rio - Vídeos postados nas redes sociais mostram bandidos armados entrando na Favela Bateau Mouche, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, e um intenso tiroteio na comunidade. Nas imagens, criminosos usam fuzis e toucas ninja para entrar na comunidade, que registra tiroteios desde a manhã desta sexta. Segundo moradores, a guerra entre traficantes e milicianos pelo controle dos pontos de tráfico é constante naquela região e na Favela da Chacrinha. Uma adolescente ainda não identificada ficou ferida na troca de tiros. A página Onde Tem Tiroteio postou as imagens.
Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados ao local. Segundo eles, a vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dela. Os PMs fazem uma operação no local. Ainda não há informes sobre presos ou qualquer material apreendido.
Relatos nas redes sociais contam que traficantes estão em guerra com milicianos pelo controle da localidade Mato Alto. "Bala tá comendo na Praça Seca", escreveu um morador. "Que Deus proteja as pessoas de bem lá na Praça Seca. Quando essa guerra vai ter fim?", desabafou outra. "Moro na Praça Seca a minha vida toda e nunca tinha visto tanto tiroteio como hoje", relatou mais uma internauta.
Linha vermelha foi interditada na altura de Duque de Caxias, por volta das 20h
A Linha Vermelha foi interditada nos dois sentidos na altura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na noite desta quinta-feira (20), após uma operação policial na comunidade do Dique.
Os agentes buscavam o suspeito de chefiar o tráfico de drogas na favela do Lixão. Charles Jackson Neres Batista, ou Charlinho como é conhecido, conseguiu escapar do cerco e trocou tiros com os policiais. Ele foi atingido, mas conseguiu fugir. Segundo a polícia, dois ônibus foram incendiados em represália a ação.
O fechamento da Linha Vermelha teria sido motivado por uma suposta invasão à Delegacia de Duque de Caxias (59ª DP), informação que depois foi desmentida pela Polícia Militar. Segundo relato, pessoas que aguardavam na delegacia teriam se assustado com os tiros e buscado refúgio no interior da unidade. Ainda segundo a PM, a troca de tiros ocorreu entre agentes da 59ª DP e criminosos que tentavam escapar da operação na comunidade do Dique.
Entre os criminosos que tentavam fugir, estava Charlinho do Lixão que chegou a trocar tiros com os agentes. O segurança do criminosos foi preso, além de outros três suspeitos. Segundo a PM, mesmo ferido, Charlinho conseguiu escapar.
Após a operação, dois ônibus foram incendiados no Jardim América, zona norte do Rio. Segundo a PM, o ataque foi uma resposta a ação policial em Caxias. Um dos veículos fazia a linha 342 (Jardim América - Castelo) e o outro, a 138I (Nilópolis - Caxias). Com estes casos, o ano de 2017 já soma 74 incêndios criminosos de coletivos no Estado. Ao todo, 113 ônibus foram incendiados no Rio desde 2016. O prejuízo do setor já ultrapassa R$ 52 milhões.
Boato de arrastão
Na manhã do mesmo dia, pouco volta das 6h,um boatode arrastãolevou panico a um motoristaque estava na linha vermelha sentido centro, também na altura de Duque de Caxias. De acordo com informações do BPVE (Batalhão de Policiamento em Vias Expressas), os militares ocuparam a via e andaram em meio aos carros.
Apavorados, motoristas de carros de passeio tentaram voltar na contramão, como uma forma de evitar o risco. Não houve confirmação de que motoristas teriam sido assaltados durante o episódio.
Caso recente
No último domingo (16), um tiroteiono complexo da maré ,zona norte do Rio provocou a interdição de duas pistas da linha vermelha . Moradores e motoristas ficaram assustados com as cenas de violência. Alguns tentaram fugir do local retornando pela contramão, outros abandonaram os veículos na pista e fugiram a pé. A luz da rodovia chegou a ser interrompida devido à troca de tiros.
Fonte-R7
O presidente Michel Temer, que está em São Paulo para passar o feriado do Dia do Trabalho, fez uma breve visita ao local em que ocorreu um incêndio seguido de desabamento, no Centro de São Paulo, nesta terça-feira.
A chegada do presidente deixou o clima tenso na região. Michel Temer foi recebido com gritos de revolta por parte de populares que estavam no entorno acompanhando o trabalho do Corpo de Bombeiros.
"A gente já se encontrou com o assistente da Defesa Civil e colocou o Governo Federal inteiro à disposição. Agora serão tomadas providências para dar assistência para aqueles que perderam sua habitação. A situação era dramática. Tanto que aconteceu o que aconteceu. Não poderia deixar de vir aqui, afinal eu estava em São Paulo, ficaria muito mal eu não dar apoio aqueles que perderam suas casas", disse o presidente em sua breve conversa com a imprensa.
Algumas pessoas jogaram objetos contra o presidente e o carro em que ele estava. Com isso, Temer deixou o local apressado.
Um prédio de mais de 20 andares desabou após pegar fogo nas proximidades do Largo do Paissandu, centro de São Paulo na madrugada desta terça-feira, dia 1º de maio. O edifício, que já foi sede da Policia Federal e pertence à União, estava ocupado por cerca de 150 famílias de um movimento de moradia, conforme informações da prefeitura. Foram 13 segundos para que o prédio fosse ao chão. Um homem, que estava sendo resgatado pelos bombeiros quando as estruturas caíram, está desaparecido. Inicialmente, ele foi dado como morto, mas durante a tarde as autoridades não confirmavam a informação. "Nós estávamos tentando salvá-lo, mas infelizmente ele caiu no momento do desabamento. Foi uma tentativa rápida, por uma questão de segundos que não conseguimos", disse Max Mena, coronel do Corpo de Bombeiros O prédio está situado na rua Antônio de Godoy. Ainda não se sabe se há outras vítimas sob os escombros.
O presidente Michel Temerfoi ao local do acidente, onde confirmou que o prédio pertence à União e disse que colocou o Governo Federal à disposição da prefeitura para o suporte às vítimas. Ele foi recebido com protestos e vaias pelas pessoas que acompanham o trabalho dos bombeiros. O prefeito Bruno Covas também esteve no local.
Os escombros do edifício no centro de São PauloAP
As chamas rando cenas impressionantes, com imensas labaredas subindo. "Quando o prédio desmoronou, parecia um tsumami", disse ao jornal Folha de S.Paulo uma mulher de 58 anos que morava no prédio. Alguns edifícios do entorno foram esvaziados e a Defesa Civil avalia possíveis danos. Cerca de 160 agentes do Corpo de Bombeiro permanecem na região, que está isolada, para a busca por possíveis vítimas. As imagens de televisão mostram os escombros depois de desmoronar.
A queda atingiu também o entorno, como a Igreja Luterana Marthin Luther, vizinha ao edifício. O imóvel, do início do século XX, perdeu parte da sua estrutura. Em entrevista à Rede Globo, o pastor da igreja luterana, Frederico Carlos, afirmou que o desabamento desta madrugada era uma “tragédia anunciada”, devido às más condições do local, onde moravam centenas de famílias. “Sempre se falou do risco que esse prédio corria, e precisou acontecer uma desgraça”, disse ele, que mantinha uma convivência com os moradores, acolhidos pela Igreja. “Volta e meia conversava com eles, entrava no prédio e via, era uma tragédia que sabia que uma hora ia acontecer”, contou ele. Desde fiações expostas, esgoto aberto, davam a sensação de vulnerabilidade do local. O pastor mostrou-se inconformado pelo fato de as autoridades nunca terem tomado uma atitude firme para evitar a degradação do edifício, embora tenham sido avisadas diversas vezes. “A gente entrava em contato e diziam 'não é com a gente, é com esse', e ninguém faz nada. Como sempre agora vão fazer um bonito inquérito e, como sempre, não vai dar em nada”, reclamou.
O edifício está ocupado há seis anos, com apoio de um grupo chamado MLSM. As famílias que ali moravam pagavam mensalidade para ocupar um quarto, ratear as despesas e e utilizar as áreas comuns, prática recorrente nas ocupações. Segundo o prefeito Bruno Covas, uma das dificuldades para remover as famílias dali era o fato dele ser de propriedade da União, o que dificultaria o trabalho da prefeitura, que tinha a cessão provisória do imóvel, segundo o Secretaria do Patrimônio da União. “Há 70 edifícios em São Paulo nessa situação, e outras 200 áreas ocupadas”, explicou ele. Só nos edifícios, estariam 4.000 famílias carentes que apelam para esta solução em busca de moradia. Ainda segundo Covas, já teriam havido seis reuniões com as famílias daquele edifício para negociar sua retirada.
Reação
Diante da tragédia, a prefeitura e o Governo estadual anunciaram apoio às famílias. O governador Marcio França chegou a se comprometer com o pagamento de aluguel social para as famílias que estava ali instaladas. Também o Governo Temer anunciou que a Defesa Civil já estava acompanhando desde a madrugada os trabalhos de busca e atendimento à população. “Em contato com o governador de São Paulo, Márcio França, e o prefeito do município, Bruno Covas, o ministro da Integração Nacional, Pádua Andrade, também reafirmou nesta manhã o apoio do Governo Federal para as ações de socorro e assistência às vítimas”, diz um comunicado oficial. “Recebemos a orientação do presidente Michel Temer para prestar todo o auxílio necessário às famílias e às equipes das defesas civis do estado e do município. Estamos todos consternados. O Governo Federal não medirá esforços para minorar os impactos disso e o sofrimento dessas pessoas”, disse o ministro Pádua Andrade.
Apesar da reação de apoio, as críticas ao imobilismo do Estado, com o empurra empurra de responsabilidades – culpa da prefeitura ou da União – já começaram. Também as famílias que ocupam edifícios para pressionar por moradias sofrem com o estigma de estarem vinculados a movimentos sociais, que estariam se aproveitando de limbos jurídicos para se estabelecer em espaços que oferecem risco de morte, como mostrou a tragédia desta terça. Algumas notícias que circularam ao longo do dia criticavam o que era chamado de “indústria de ocupação”. Nas redes sociais, não faltavam os xingamentos às famílias, chamadas de “vagabundos”. E a acusação de que se tratava de uma ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), liderado pelo pré candidato Guilherme Boulous, que concorre pelo PSOL. Boulous tratou de esclarecer os fatos, e prestar solidariedade, pelo Twitter, às famílias. “Nossa solidariedade às famílias ocupantes que sofreram com incêndio e desabamento do edifício em São Paulo. Querer culpar os sem-teto pelas condições precárias do imóvel é de uma perversidade inacreditável. Ninguém ocupa porque quer, mas por falta de alternativa”, afirmou.